terça-feira, 17 de março de 2009

Where do we draw the line?

 

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Sempre existiram perversões, pessoas kinky, fetichistas… Nada de novo abaixo do sol. Mas tenho recebido “on a daily basis” e-mails muito “à frente”, por assim dizer.

Ele é o menino que come a menina com um peixe vivo (e depois é vê-lo abanar a cauda, e nem entender se é em desespero, ou se tal cão contente manifesta a sua alegria pela enorme honra de participar numa tripla). Enfim…

A minha questão é simples, estamos mais pervertidos ou é isto um reflexo da abertura de canais alternativos para nos exibirmos? Estamos perante uma teoria evolutiva qualquer ou finalmente abrimos as portas às nossas subversões?

17 comentários:

freakand disse...

hummm.. fónix.
what a fuck is that?!
if you don't like it, "kill" those bastards! baby!
bom.. isto foi para dizer alguma coisa, porque a outra seria:
no comments!
bye!

Vulgar disse...

...isso é quase como o Governo, quanto mais comentadores, jornais e televisões o deitarem a baixo mais protestos haverá e quanto mais protestos hà, mais análises arrasadoras aparecem.

loirices disse...

resultado da globalização informativa...não creio que a humanidade esteja mais "criativa"

Flávio disse...

Depois do famoso "2girls1cup" e afins, a linha que separa o que é normal do perverso e/ou nojento é muito ténue. Mas não há fome que não dê em fartura. Acredito que é um ciclo. Há-de chegar o dia em que os vídeos mais vistos são o de mulheres a mostrar o tornozelo. Só.

Francis disse...

estamos mais arrojados, é um facto.

Noir disse...

Freakand: É pena que não comentes e não respondas à pergunta até porque o meu interesse é genuíno. Obrigada pela visita...

Noir disse...

Vulgar: Sim, é certo. Mas a questão que te coloco é se não mudamos nada e passamos a livros abertos ou se o sexo também evolui e onde isto pára.

Noir disse...

Loirices: Eu também acho que a humanidade não está mais criativa, porém acho que o esta explosão de informação acaba por abrir os olhos a muita gente. Eu própria dou por mim a descobrir que gosto de coisas que não sabia que gostava.

Noir disse...

Flávio: Exacto. Eu por exemplo só tenho 4 coisas como absolutamente nojentas, scat, violação, snuff e pedofilia. Mas, obviamente há várias outras que não fazem o meu género. Quanto ao regresso ao tornozelo, já não concordo, acho que o caminho é sempre para a frente e sei que ainda não está tudo visto.

Noir disse...

Francis: E onde iremos terminar?

freakand disse...

Bom.. ok, agora a sério.
Não é fácil responder à pergunta que colocas!, no entanto, acho que temos de ser "open mind" mas nunca esquecendo os principios que orientam a nossa vida e que são parte integrante da personalidade de cada um. É mais ó menos assim que penso quando tenho de dizer chega!
Eu respondo sempre, só que às vezes a cabeça anda muito ocupada para perguntas que exigem um pouco de reflaxão como esta.
Terrivél..tu! hehehehehe.
bye!

André disse...

O fetiche sempre fez parte da mente de todos, o que mudou apenas foi que as pessoas começaram a mostra-se mais abertas a experimentar, por que aprenderam a dizer sim ao invés de dizerem sempre não ao que desconheciam.

Menina Veneno disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Noir disse...

Freackand: Sou terrivel (somos!) e até avisamos logo abaixo de onde diz "deixar o seu comentário". Às vezes também me abstenho de pensar, às vezes o dia não correu como queria e demito-me de emitir opiniões...
Todos nós temos um limite, eu conheço bem o meu. Mas estava a falar dos nossos limites enquanto espécie. Claro que não se pode generalizar, mas parece-me que nesta sede de fazer tudo e viver tudo perdemos a noção das coisas.

Ps- Já me apanhaste!eheheh Shiuuuu

Noir disse...

André: Obrigada pela visita. Eu concordo com a tua opinião... Mas parece-me que nos (enquanto espécie) excedemos!

Francis disse...

não sei, nem estou preocupado. behind close doors anyone can do it.

Noir disse...

Francis: behind close doors, mas com excepção de 3 das coisas que enunciei com repugnantes para mim.